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	<title>Site do Rogério Nery</title>
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		<title>Rogério Nery: metaverso traz expectativas e incertezas na TV</title>
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				<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 16:28:10 +0000</pubDate>
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<p>Desde que Mark Zuckerberg anunciou a mudança do nome do Facebook para Meta, as discussões sobre o metaverso ganharam nova proporção. Neste novo mundo virtual, através dos avatares, as pessoas poderão não só jogar ou se divertir, mas também trabalhar, estudar e fazer compras. Grande aposta das gigantes de tecnologia, o metaverso pode vir a revolucionar a forma como nos comunicamos e consumimos. Mas, como um ambiente com muitas lacunas, ele traz muito mais questões do que certezas neste momento. </p>



<p>De olho nessas tendências, marcas já começam a abrir lojas no metaverso ou a desenvolver produtos para serem consumidos nesse território. Artistas como o DJ David Guetta, o rapper Young Thug e The Chainsmokers já fizeram apresentações nesse ambiente – mas o público ainda foi pequeno. O cantor Justin Bieber já prometeu que fará show no metaverso e outra gigante pop, Ariana Grande, já atraiu uma multidão virtual para um concerto no game Fortnite. </p>



<p>No universo da televisão, já há uma experiência feita pela FOX com avatares – em uma tentativa de antecipar como pode vir a ser essa área do entretenimento no metaverso. No reality “Alter Ego”, os competidores têm a oportunidade de se apresentar com um avatar que eles mesmos criam. Os artistas ficam nos bastidores e dão voz e movimento, através de uma série de elementos tecnológicos, ao avatar que se apresenta no palco. Um dos jurados do programa, o cantor will.i.am disse que esse formato vai revolucionar o mundo do entretenimento e um dos executivos da FOX já afirmou que esse é um dos investimentos mais ambiciosos da companhia. </p>



<p>No mundo do consumo, marcas de luxo já apostam suas fichas em lojas no metaverso ou no lançamento de produtos. A Nike, por exemplo, já criou a Nikeland dentro do jogo Roblox e adquiriu uma empresa especializada na criação de tênis e outros produtos digitais. Ainda dentro do Roblox, a Ralph Lauren criou um espaço chamado Winter Scape, que alia a experiência virtual de patinação no gelo e possibilidade de compra de produtos da marca confeccionados nos anos 90. </p>



<p>A aposta das gigantes da tecnologia é de que, em alguns anos, o metaverso será tão comum em nossas vidas quanto a internet. Com o apoio de dispositivos digitais, como óculos de realidade, será possível entrar com o avatar em um ambiente corporativo e trabalhar em tempo real. E as empresas estão investindo alto no desenvolvimento da inteligência artificial. </p>



<p>Como um executivo do universo da televisão, acredito que as tecnologias devam ser usadas como nossas aliadas. E sou um grande entusiasta das inovações – tanto é que a TV Integração é pioneira no uso de diversas ferramentas que ampliam a qualidade da programação. </p>



<p>Acredito, portanto, que o metaverso logo vá provocar uma grande revolução, mas é preciso também uma dose de cautela. Ainda não ficou claro como se darão os limites nesse ambiente e quais são as regras. <br>
Uma preocupação, como sempre, é a questão regulatória – fundamental para garantir maior segurança jurídica na aplicação dessa tecnologia no Brasil. Existirá uma legislação específica para esse novo campo? Ou serão aplicadas a leis já vigentes com adaptações? </p>



<p>São questões legítimas — uma vez que a produção de conteúdo em TV é fortemente regulada – seja por classificações indicativas, seja por mensagens que envolvam a publicidade de alimentos e bebidas, seja por direitos autorais, apenas para ficar em três exemplos. </p>



<p>Outras perguntas relevantes, sobre as quais não temos resposta, é como se dá a segurança dessas plataformas, e se esse modelo de negócios é sustentável ao longo do tempo. </p>



<p>Algumas dessas preocupações já estão no radar da Meta, que anunciou uma função chamada de “personal boundary” após denúncias de assédio. Ela limita a aproximação entre avatares e tem como objetivo evitar contatos indesejados. Assim como essa questão, que é um problema sério a ser enfrentado no mundo real, muitas outras irão surgir no metaverso e, por mais que a tecnologia ande rápido, há fatores na interação que precisam de muito mais que ferramentas virtuais para serem desenvolvidas da maneira correta. </p>



<p>Nosso papel é contribuir para esse debate, sempre com o intuito de desenvolver novas formas de comunicar com o público.</p>



<p>Publicado originalmente na <a href="https://exame.com/bussola/rogerio-nery-metaverso-traz-expectativas-e-incertezas-na-tv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Exame/Bússola (abre numa nova aba)">Exame/Bússola</a> em 15/02/2022.</p>
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		<title>Exportações mostram a força de Minas</title>
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				<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 16:45:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Resultado da balança em 2021 foi o melhor em uma década Em tempos de pandemia e crise econômica, Minas Gerais vem mostrando que tem força para reagir. Dados divulgados pelo governo do Estado neste início de fevereiro dão uma dimensão desse potencial. De acordo com o levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede), Minas bateu [&#8230;]</p>
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<p><em>Resultado da balança em 2021 foi o melhor em uma década</em></p>



<p>Em tempos de pandemia e crise econômica, Minas Gerais vem mostrando que tem força para reagir. Dados divulgados pelo governo do Estado neste início de fevereiro dão uma dimensão desse potencial.</p>



<p>De acordo com o levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede), Minas bateu seu recorde em exportações em 2021, alcançando US$ 38,1 bilhões – crescimento de mais de 45% em relação a 2020. Foi o melhor resultado em uma década, o que ajudou a consolidar o Estado como o segundo que mais exporta no país. Com isso, Minas já responde por quase 14% dos produtos brasileiros enviados ao exterior.</p>



<p>São 194 mercados alcançados, entre eles gigantes como China, Estados Unidos e Alemanha. Ainda de acordo com o governo do Estado, 338 cidades mineiras tiveram participação nas exportações, um crescimento de 4,3% no Estado. Os segmentos de lácteos, carne suína, cosméticos e fármacos, pirotecnia e cafés tiveram participação fundamental nesses números.</p>



<p>Os números do agronegócio também merecem ser festejados. O setor representa 27,5% do total exportado pelo Estado. As vendas fecharam em 2021 com valor recorde de US$ 10,5 bilhões – melhor indicador da série histórica desde 1997, com 20% de alta em relação a 2020.</p>



<p>Os resultados são fruto de muito trabalho e da qualidade dos produtos. Ao comer, beber ou usar um produto mineiro, o comprador estrangeiro busca não só a qualidade, mas a autenticidade tão característica de nosso Estado.</p>



<p>Não à toa, somos reconhecidos em eventos como o Mondial du Fromage et des Produits Laitiers de Tours, uma premiação mundial de queijos. Nessa competição, o Brasil ficou atrás apenas da França, levando 57 medalhas – e Minas foi responsável por 40 delas. E, dentro do nosso agro, o café lidera as exportações.</p>



<p>Para seguir nessa trilha de sucesso, é preciso investir ainda mais em design e comunicação, levando toda a informação tangível e intangível sobre os nossos atributos, mostrando do que somos capazes não só para mercados conhecidos, mas também explorando possibilidades de negócios com novos parceiros.</p>



<p>É preciso ainda dar mais apoio qualificado às empresas. Nesse sentido, o governo mineiro tem feito boas ações de promoção envolvendo embaixadas e consulados brasileiros no exterior. Um exemplo são os seminários de capacitação e as parcerias com instituições como a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), ministérios e câmaras de comércio de países como Itália, França e Portugal.</p>



<p>Quando o assunto é importação, os dados também mostram um avanço de 58,2% entre 2020 e 2021. No ano passado, foram US$ 13 bilhões em importações, enquanto em 2020 foram registrados US$ 8,2 bilhões. O mais relevante é que, ao exportar mais que importar, Minas contribuiu em R$ 25,1 bilhões para o superávit comercial do país.</p>



<p>Desde 2019, o Estado atraiu investimentos de mais de R$ 190 bilhões. A missão internacional a Madri, na Espanha, em janeiro, é uma das ações que podem trazer mais recursos, especialmente em soluções tecnológicas, gestão e setores como energia, aviação e ferroviário.</p>



<p>Ao entrar no radar do comércio internacional, esses números se traduzem em mudança na vida de milhares de pessoas e ajudam a girar a roda da economia mineira. Somente no ano passado, foram gerados mais de 100 mil empregos. Com isso, Minas caminha em direção ao crescimento que beneficia não somente os mineiros, mas todo o país.</p>



<p>Texto originalmente publicado no jornal <a href="https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/exportacoes-mostram-a-forca-de-minas-1.2611768" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="O Tempo (abre numa nova aba)">O Tempo</a> em 14/02/2022</p>
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		<title>Vacinação: melhor remédio para economia de Minas</title>
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				<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 12:43:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Retração da Covid-19 já impulsiona indústria, turismo e serviços De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), caminhamos para o fim de novembro com mais de 70% da população mineira acima de 12 anos completamente imunizada contra a Covid. Com isso, o que vemos é uma queda consistente nos indicadores dessa [&#8230;]</p>
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<p><em>Retração da Covid-19 já impulsiona indústria, turismo e serviços</em></p>



<p>De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), caminhamos para o fim de novembro com mais de 70% da população mineira acima de 12 anos completamente imunizada contra a Covid. Com isso, o que vemos é uma queda consistente nos indicadores dessa doença que já vitimou mais de 612 mil brasileiros. Em Minas, a média móvel de vidas perdidas gira em torno de 15 neste final de novembro. Em março, o Estado chegou a 479 óbitos registrados em um único dia. Já a capital, Belo Horizonte, tem a menor incidência da doença desde o começo da pandemia. Boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura mostra uma proporção de 44,1 casos por 100 mil habitantes – depois de atingir 679,2 em março de 2020. Todos esses números, mesmo que reduzidos, ainda nos entristecem e provam que a pandemia não acabou.</p>



<p>Mas é inegável que a queda nos índices nos coloca mais perto de uma volta à normalidade. Levantamento feito pelo Ipec (empresa fundada por executivos do Ibope), a pedido da Pfizer e da Sociedade Brasileira de Imunizações, mostrou que 75% dos brasileiros se sentem mais seguros com o avanço da imunização. A pesquisa também comprovou que o brasileiro não só confia como incentiva a vacinação. O levantamento indicou que 85% dos 2.000 entrevistados incentivaram parentes a se imunizarem. E tanto a confiança quanto a sensação de segurança estão permitindo que as pessoas façam planos. O maior deles, mostra o levantamento, é a volta dos encontros mais frequentes com amigos e familiares, aliada a uma vontade de frequentar espaços como shopping centers, cinemas, teatros, restaurantes, academias e igrejas. </p>



<p>E esses desejos tendem a se traduzir em melhora dos indicadores econômicos. A indústria mineira, por exemplo, viu seu faturamento crescer 5,7% em setembro, frente a agosto, em função dos avanços nas indústrias extrativas (6,5%) e de transformação (3,1%), de acordo com o Index, pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).<br>
Com a proximidade do verão, um dos setores mais afetados pela Covid-19, o turismo, espera voltar aos melhores dias. Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que o setor quer voltar a contratar trabalhadores. A expectativa é de que sejam feitas pouco mais de 478 mil contratações formais entre este novembro e fevereiro de 2022 – 82 mil delas para a alta temporada. Metade dessas vagas será oferecida por Minas, São Paulo e Rio de Janeiro.</p>



<p>Outra pesquisa, feita em outubro pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), aponta que 79% dos empresários do setor estão confiantes na retomada gradativa. E 31% afirmaram que pretendem contratar funcionários ainda este ano. </p>



<p>Esses números tendem a melhorar conforme vemos o avanço da vacinação, o que reafirma o valor da imunização completa, inclusive da dose de reforço – agora liberada para todos os adultos.</p>



<p>Diversos especialistas diziam, desde o começo da pandemia, que um dos melhores remédios para a retomada da normalidade era a vacina. Não poderiam estar mais corretos. Ao contrário do que vemos em outros países do mundo, onde a pandemia recrudesce, a sensatez da população brasileira vem prevalecendo: vacinas salvam e são positivas para a economia.</p>



<p><em>Texto originalmente publicado no jornal <strong><a href="https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/vacinacao-melhor-remedio-para-economia-de-minas-1.2573938" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">O Tempo em 24/11/2021</a></strong></em></p>
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		<title>O valor do jornalismo profissional em momentos de tragédia</title>
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				<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 12:37:51 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Cobertura do caso da queda do cânion em Capitólio mostra a relevância e o comprometimento da TV aberta e local O ano de 2022 começou de uma forma absolutamente inesperada para nós da TV Integração &#8212; afiliada de Rede Globo em Minas Gerais. Habituados a mostrar as belezas naturais da região de Capitólio (MG), deparamos [&#8230;]</p>
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<p><em>Cobertura do caso da queda do cânion em Capitólio mostra a relevância e o comprometimento da TV aberta e local</em></p>



<p>O ano de 2022 começou de uma forma absolutamente inesperada para nós da TV Integração &#8212; afiliada de Rede Globo em Minas Gerais. Habituados a mostrar as belezas naturais da região de Capitólio (MG), deparamos com uma tragédia sem precedentes no Lago de Furnas, um dos maiores lagos artificiais do planeta, mais conhecido como “Mar de Minas”. No dia 8, um sábado, a queda da parte de um cânion atingiu diretamente duas lanchas de turistas que estavam na região, ocasionando a morte de dez pessoas – quatro delas de uma mesma família. O desmoronamento aconteceu entre 12h30 e 13h e rapidamente as imagens tomaram conta das redes sociais. </p>



<p>E foi neste momento que o jornalismo profissional, feito por uma TV local, mostrou ser fundamental. As imagens da queda do paredão chegaram até nós por um grupo do Corpo de Bombeiros de Minas e, praticamente ao mesmo tempo, passaram a ser enviadas também por telespectadores. A partir daí, o departamento de Jornalismo da Rede Integração foi mobilizado para uma cobertura incansável. </p>



<p>Um dos nossos telejornais estava no ar, mas a notícia só foi dada após checagem precisa e confirmação &#8211; e isso aconteceu em rede nacional, no Jornal Hoje, que entrou no ar às 13h30. Entramos direto de uma das sedes da emissora, em Divinópolis e, enquanto fazíamos esse trabalho do estúdio, deslocamos equipes para a região, que fica a 150 quilômetros. Foram escalados três repórteres e dois cinegrafistas com a missão de fazer reportagens e entradas ao vivo. Eles chegaram ao local pouco tempo depois do acidente, quando outros veículos recuperavam informações por telefone ou com apoio de relatos nas redes sociais. </p>



<p>Além dos jornalistas em campo, o trabalho de apoio nessa cobertura contou com dezenas de profissionais, mobilizados durante três dias. Nossas equipes se preocuparam em levar informação ao vivo aos telespectadores, que neste momento, não eram só mais os de nossa região, mas de todo o Brasil. Fizemos jornalismo no calor dos fatos, mas de forma precisa, rigorosa e respeitosa. </p>



<p>No momento de uma tragédia dessa proporção, a palavra de ordem é checagem – e esse é um dos diferenciais dos meios tradicionais de informação em relação às redes sociais. Checar, rechecar e checar mais uma vez os fatos, de forma exaustiva, para evitar não só a informação errada, mas também a propagação de fake news. E elas, infelizmente, aconteceram neste caso. Em uma rede social, um grupo de turistas do Espírito Santo, por exemplo, foi alvo de posts e vídeos segundo os quais eles teriam sido as vítimas, o que foi desmentido posteriormente – apenas tinham visitado o local na véspera do acidente.</p>



<p>O respeito às vítimas e aos telespectadores são valores fundamentais do trabalho de um veículo que pauta sua cobertura pela ética. A TV Integração só divulgou os nomes das pessoas que morreram após a divulgação oficial, e somente depois de ter certeza de que as famílias tinham sido comunicadas. </p>



<p>Este começo de 2022 está colocando o jornalismo, mais uma vez, à prova em Minas Gerais. O estado vive momentos de tensão com fortes chuvas, que já provocaram outras mortes. A força das águas já rompeu pontes, destruiu ruas e avenidas, invadiu casas e colocou barragens em situação de alerta. Mais de 145 cidades estão em estado de emergência. </p>



<p>E mais uma vez o jornalismo local vem levando informação e prestando um serviço fundamental que salva vidas em momentos como esse, em que muitas pessoas precisam deixar os locais onde vivem e em que a solidariedade se faz tão necessária. Somos a mais antiga afiliada da Rede Globo, presente de forma expressiva no interior de Minas (Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, Centro-Oeste de Minas, Noroeste de Minas, Zona da Mata e Campo das <br> Vertentes/parte do Sul de Minas), atingindo mais de 6 milhões de brasileiros, e estamos prontos para cumprir o nosso papel.</p>



<p><em>Texto originalmente publicado na <a href="https://exame.com/bussola/rogerio-nery-o-valor-do-jornalismo-profissional-em-momentos-de-tragedia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Exame/Bússola em 12/01/2022 (abre numa nova aba)">Exame/Bússola em 12/01/2022</a></em></p>
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		<title>Turismo em Minas: muito além do Carnaval</title>
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				<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 12:33:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Unir forças para incentivar o setor e pensar alternativas Pelo menos 30 cidades históricas mineiras decidiram não realizar o Carnaval em 2022. E a decisão parece acertada, por mais que muitos de nós sintam falta de uma boa folia. A verdade é que, mesmo com o avanço da vacinação – o Brasil tem mais de [&#8230;]</p>
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<p><em>Unir forças para incentivar o setor e pensar alternativas</em></p>



<p>Pelo menos 30 cidades históricas mineiras decidiram não realizar o Carnaval em 2022. E a decisão parece acertada, por mais que muitos de nós sintam falta de uma boa folia. A verdade é que, mesmo com o avanço da vacinação – o Brasil tem mais de 65% da população completamente imunizada –, ainda há muita incerteza sobre os impactos da variante ômicron, aparentemente mais transmissível do que as cepas anteriores do coronavírus. O Reino Unido, por exemplo, registrou recentemente um número recorde de novos casos de Covid-19.</p>



<p>No nosso país, na avaliação de muitos gestores municipais e de especialistas, não é o momento para aglomeração e não se pode botar a perder todo o esforço feito até aqui no combate a essa pandemia que já vitimou mais de 617 mil brasileiros. A decisão para que não se realizem as festas é uma medida de precaução e que pode não só salvar vidas como tirar a pressão sobre o sistema de saúde – e são os municípios que mais sentem o problema na ponta.</p>



<p>Esse será o segundo ano sem o Carnaval tradicional em muitas dessas cidades. Mas isso não significa que elas devam estar fechadas aos turistas, como bem ressaltou a Associação das Cidades Históricas. Fonte importante de renda para esses municípios, o turismo foi duramente afetado pela pandemia, mas começa a dar sinais de recuperação.</p>



<p>O setor vem mostrando que, seguindo protocolos de segurança, como uso de máscaras, distanciamento social e com o pedido de comprovante de vacinação, é possível proporcionar passeios seguros e momentos memoráveis.</p>



<p>O turismo nas cidades mineiras vai muito além das festas no Carnaval. Essas localidades possuem inúmeras belezas naturais, arquitetônicas e históricas que encantam turistas daqui e de fora há décadas – isso sem falar na gastronomia, uma marca de Minas Gerais. O ecoturismo, por exemplo, é uma ótima alternativa de passeio e deve ser incentivada, por ser uma atividade ao ar livre e que proporciona saúde não só física como mental. E não faltam a Minas montanhas, rios, cachoeiras e belas paisagens.</p>



<p>Considerado um dos dez destinos mais acolhedores do mundo, segundo o ranking global da premiação Travellers Review Awards 2021, Minas precisa unir forças para garantir que esse importante setor econômico – que gera riqueza e empregos – continue sendo atrativo. E governo, empresários, sociedade e meios de comunicação devem abraçar essa causa. A Secretaria Estadual de Cultura e Turismo (Secult) lançou um programa chamado Reviva Minas. Desde maio, foram mais de 6 milhões de turistas no Estado – número maior que o registrado em período anterior à pandemia, segundo a pasta. Somente em agosto, mais de 2 milhões de turistas circularam em Minas Gerais e foram mais de 5.000 postos de trabalho ocupados. Em apenas três meses, o turismo movimentou no Estado mais de R$ 3,78 bilhões.</p>



<p>Além de campanhas publicitárias, que destacam os atrativos de Minas para os próprios mineiros, brasileiros e estrangeiros, o governo mineiro também está oferecendo linhas de crédito especiais para os setores de turismo e eventos. Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que o rombo no setor, entre março de 2020 e maio de 2021, foi de mais de R$ 31 bilhões. Esse número mostra o tamanho do nosso desafio – e sabemos que ele vai muito além do Carnaval. A mobilização deve continuar forte em 2022, salvando os empregos de qualidade que o turismo proporciona.</p>



<p><em>Texto originalmente publicado no jornal <a href="https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/turismo-em-minas-muito-alem-do-carnaval-1.2587693" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="O Tempo em 27/12/2021 (abre numa nova aba)"><strong>O Tempo em 27/12/2021</strong></a></em></p>
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		<title>Abalado pela pandemia, setor de eventos precisa de apoio</title>
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				<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 12:26:29 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Responsável por pouco mais de 4% do PIB brasileiro, o setor de eventos foi um dos mais abalados pela pandemia da covid-19. Estima-se que as medidas restritivas impactaram 97% das empresas do setor, que deixaram de faturar ao menos R$ 230 bilhões em 2020 e 2021, segundo a Associação Brasileira de Promotores de Eventos (Abrape). [&#8230;]</p>
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<p>Responsável por pouco mais de 4% do PIB brasileiro, o setor de eventos foi um dos mais abalados pela pandemia da covid-19. <br>
Estima-se que as medidas restritivas impactaram 97% das empresas do setor, que deixaram de faturar ao menos R$ 230 bilhões em 2020 e 2021, segundo a Associação Brasileira de Promotores de Eventos (Abrape). </p>



<p>De acordo com a entidade, mais de 350 mil eventos foram cancelados em 2020 e outros 530 mil deixaram de ser realizados neste ano. Os impactos foram sentidos por mais de seis milhões de pessoas que dependiam de festas, eventos corporativos, casamentos e shows para sobreviver. Produtores, músicos, garçons, seguranças, entre tantos outros profissionais, além de fornecedores, que movimentam esse mercado e garantem a realização de eventos memoráveis, viram a renda praticamente desaparecer ou perderam os empregos.</p>



<p>Muitos recorreram ao auxílio-emergencial para continuar sobrevivendo e o governo federal sancionou, em maio deste ano, uma lei que criou ações emergenciais de socorro ao setor. O Programa Nacional de Retomada do Setor de Eventos, que ficou conhecido como Perse, autorizou a renegociação e parcelamento de dívidas e previu uma compensação de parte dos prejuízos causados pela pandemia e linhas de crédito. O objetivo da medida era atingir 20 milhões de famílias. Mas, para muitas empresas, não deu tempo de esperar pelo socorro. Estima-se que um terço delas tenha deixado de existir em meio à crise. </p>



<p>Após mais de um ano e meio, o setor, que foi um dos primeiros a parar na pandemia e o último a voltar, começa uma retomada graças ao avanço da vacinação contra a covid-19. No momento em que escrevo este texto, mais de 66% da população brasileira encontra-se completamente imunizada, com duas doses da vacina. Com isso, as medidas restritivas passaram a ser flexibilizadas e os eventos estão voltando mediante protocolos de segurança e com restrição de público. </p>



<p>De acordo com a Abrape, em 2022, a ideia era de uma retomada de 100% da programação de eventos no País. Mas o surgimento de variantes, como a ômicron, já fez com que diversas cidades do país cancelassem festas de réveillon e carnaval. Neste momento, o setor também tem de lidar com custos novos, provenientes dos protocolos – que são fundamentais –, além de um público potencialmente menor. Os eventos virtuais, que ganharam espaço, devem continuar, mas muitos sentem falta do networking de qualidade existente nos fóruns presenciais. </p>



<p>Como empresário do ramo da comunicação, sei o quanto o setor de eventos é fundamental. Na TV Integração temos ações de apoio nesse sentido. No final de agosto, por exemplo, promovemos um evento para comemorar os 133 anos de Araguari. Seguindo os protocolos sanitários, realizamos uma projeção na fachada do Palácio dos Ferroviários, com imagens e animações em 3D que contam a história da cidade. O evento, ao ar livre, teve a apresentação também de uma banda instrumental. A ação teve quatro cotas vendidas e mais de R$ 1,5 milhão em impacto.</p>



<p>Primordial, o setor de eventos conta com números importantes, mas não podemos nos esquecer nunca das pessoas que fazem essas máquinas de sonhos virarem realidade. Sem espaço para quem prepare a comida, sirva, faça a limpeza, sem a alegria da música, ou o trabalho dos seguranças &#8211; isso sem contar todos os outros muitos profissionais envolvidos e suas tarefas –, os eventos não são possíveis. </p>



<p>E é nosso papel pensar em medidas capazes de apoiar uma retomada segura desse setor responsável pelos melhores momentos das nossas vidas.</p>



<p><em>Texto originalmente publicado na Exame/Bússola em 06/01/2022</em></p>
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		<title>Rogério Nery entrevista Gustavo Carneiro (tenista paralímpico)</title>
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				<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 18:43:02 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Talvez seja difícil imaginar o futuro de um praticante de esportes que receba um diagnóstico de câncer – e a notícia de que passará a ser cadeirante. Mas sua opinião vai mudar quando conhecer a história do administrador de empresas Gustavo Carneiro. Mineiro de Uberlândia, Gustavo sempre foi viciado em endorfina. Mas em 2017 passou [&#8230;]</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img src="https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Gustavo-Carneiro-dest-inter-01.jpg" alt="" class="wp-image-1408" width="266" height="266" srcset="https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Gustavo-Carneiro-dest-inter-01.jpg 479w, https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Gustavo-Carneiro-dest-inter-01-300x300.jpg 300w, https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Gustavo-Carneiro-dest-inter-01-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 266px) 100vw, 266px" /></figure></div>



<p>Talvez seja difícil imaginar o futuro de um praticante de esportes que receba um diagnóstico de câncer – e a notícia de que passará a ser cadeirante. </p>



<p>Mas sua opinião vai mudar quando conhecer a história do administrador de empresas Gustavo Carneiro.<br>
Mineiro de Uberlândia, Gustavo sempre foi viciado em endorfina. Mas em 2017 passou pelo maior desafio de sua vida. Foram exatos 21 dias entre o diagnóstico de um câncer e a cirurgia para amputar uma perna. Tempo suficiente para que ele pudesse abrir uma nova perspectiva. </p>



<p>Ao sair da sala do médico, após o diagnóstico, Gustavo percebeu que precisaria de uma nova motivação. Fez do esporte a sua terapia. Pesquisou as opções de esportes paraolímpicos. <br>
A partir daí, o mineiro decidiu que era hora de retomar um sonho dos tempos de adolescência, quando alimentava o desejo de ser um atleta profissional de tênis. Praticando o esporte, conseguiu ser campeão mineiro aos 14 anos. </p>



<p>Começou a jogar, já como cadeirante, no fim de 2017. Em 2018, passou então a se dedicar de corpo e alma ao aos treinos – e a estudar os detalhes do Tênis Paralímpico. Encerraria, já no final daquele ano, a temporada como top 3 do Brasil, vendo seu nome na 86ª colocação do ranking mundial. No ano seguinte, já estava disputando os Jogos Parapan-americanos de Lima, chegando às semifinais.  <br>
Seu mais novo desafio são os Jogos Paralímpicos, que serão realizados entre agosto e setembro deste ano em Tóquio.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Gustavo é um exemplo de superação. Sua história é inspiradora: um exemplo de determinação”, </p></blockquote>



<p>diz o CEO da Rede Integração, Rogério Nery de Siqueira Silva. </p>



<p>Nessa entrevista, feita por e-mail, Gustavo conta mais detalhes sobre sua vida e carreira de atleta.  Segundo ele, a gratidão por estar vivo e poder continuar sua história de vida é uma sensação muito forte. “Tive um câncer, poderia ter ido embora. Pensar assim muda tudo, muda os valores, altera a maneira de encarar as dificuldades diárias.”</p>



<p>Veja como foi a entrevista.</p>



<p><strong>1. Rogério Nery de Siqueira Silva – Você sempre foi uma pessoa muito devotada ao esporte. Após o diagnóstico, como foi lidar com a perspectiva de ter de passar pelo procedimento que passou? E como foi seu processo para lidar com o procedimento de amputação? Que tipo de suporte você buscou? Psicológico e espiritual?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro –</strong> Sempre fui muito ligado ao esporte, desde criança. Já pratiquei diversas modalidades e o esporte sempre foi uma terapia em muitos momentos da minha vida. A partir do dia em que descobri que precisaria amputar até a cirurgia, foram exatos 21 dias. Tudo aconteceu muito rápido.  Foi justamente a palavra PERSPECTIVA que me ajudou a aceitar o que estava acontecendo. Recebi a notícia do médico em São Paulo (SP). Estava em um hospital que é referência no tratamento de câncer no país. Saí da sala do médico, sentei na recepção e comecei a pensar como seria a minha vida dali em diante. Foi no hospital, sentado numa sala, olhando para várias pessoas que estavam tratando da mesma doença que coloquei a minha vida em perspectiva e percebi que estar vivo já era lucro. Já que algumas pessoas não teriam a “sorte” que eu estava tendo, de continuar a viver. Eu não tinha metástase e o procedimento era “somente” amputar a perna. Então o meu processo para lidar com tudo aquilo foi colocar a situação em perspectiva. Eu não tinha outra saída, e decidi não ficar reclamando. Minha terapia foi o esporte, o apoio dos familiares e amigos, e fé em Deus.</p>



<p><strong>2. Rogério Nery de Siqueira Silva – Após o procedimento, o que mudou em sua vida e na sua maneira de encará-la?  E como o esporte se inseriu nesse recomeço?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro –</strong> Primeiramente a minha gratidão em estar vivo e poder continuar a minha história de vida é algo que ficou muito forte em mim. Eu tive um câncer, poderia ter ido embora. Pensar assim muda tudo, muda os valores, altera a maneira de encarar as dificuldades diárias. O que mudou foi que precisei aprender a viver sem uma perna, a fazer tudo sem ela. No início usava muletas e o simples fato de ir a um self-service ou colocar a comida no prato era complicado. Foi um período longo de adaptação até automatizar este novo jeito de viver. </p>



<p><strong>3. Rogério Nery de Siqueira Silva – Como foi seu início no tênis em cadeiras de rodas em 2017 e de que modo foi sua evolução até se tornar um dos mais bem ranqueados em todo o planeta?</strong> </p>



<p><strong>Gustavo Carneiro –</strong> Desde a adolescência eu tinha o sonho de ser um atleta profissional de tênis. Fui campeão mineiro de tênis aos 14 anos e o sonho não aconteceu naquele momento. Logo antes de passar pela amputação, naqueles 21 dias esperando a cirurgia, comecei a pesquisar os esportes paraolímpicos. Resolvi então que buscaria aquele sonho de adolescente. Comecei a jogar em dezembro de 2017. A partir daí, eu entrei de cabeça. Comecei a treinar e a estudar muito. Apesar de ter jogado muito bem em pé, jogar na cadeira era totalmente diferente. Porém, no final de 2018 terminei como top 3 do Brasil e 86º no ranking mundial. No ano seguinte, encerrei o ano como número 2 do brasil e 35 do mundo. Essas colocações só foram possíveis por dois motivos: por saber jogar tênis e por treinar muito! Eu vivi tênis em cadeira de rodas 24h por dia durante todos esses anos.</p>



<p><strong>4. Rogério Nery de Siqueira Silva – O que significa participar dos Jogos de Tóquio? Com a pandemia de covid-19, sua rotina de treinos foi afetada? Como está sendo dentro e fora de quadra? E para você, vale a máxima do Barão de Coubertin (“o importante é participar”) ou você se considera ultracompetitivo e sempre entra para vencer? Dá para sonhar com medalha?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro –</strong> Me classificar para os jogos de Tóquio é a consagração de um sonho, é a minha vitória pela vida. No início da pandemia foi um pouco mais complicado, pois tudo estava realmente fechado, mas depois consegui manter meus treinos, a partir do fim de 2020 até 2021. Todo atleta que vai para uma Olimpíada ou Paraolimpíada com certeza pensa em conquistar uma medalha e não sou diferente. Sempre fui ultracompetitivo, sonho grande, entro sempre para ganhar mesmo se for jogar contra o número 1 do mundo. Mas logicamente tenho consciência do alto nível dos adversários, sou novo ainda no circuito e estou trabalhando para evoluir a cada dia.</p>



<p><strong>5. Rogério Nery de Siqueira Silva – Como foi participar do Pan de 2019? O que faltou para ganhar a medalha em Lima? E o que foi aperfeiçoado nesses dois anos?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro – </strong>Jogar o Pan de 2019 foi o momento mais feliz da minha carreira e também o mais triste. Fui para Lima sabendo que não teria chances de medalha em na modalidade simples naquele momento. Meu objetivo era ficar entre os oito melhores e terminei em 5º lugar. Já nas duplas fomos sabendo que era muito certo irmos para a final, nossa dupla era uma das favoritas. Mas perdemos na semifinal para os Estados Unidos e também na disputa pelo bronze para o Chile. Ficamos então em 4º lugar. Foi muito difícil superar essa derrota. Sinceramente, até passou pela minha cabeça parar de jogar. Acho que só quem já passou por uma derrota assim consegue mensurar o que é isto. É muito doloroso, ainda mais sabendo que tinha tudo pra trazer uma prata ou no mínimo um bronze.</p>



<p><strong>6. Rogério Nery de Siqueira Silva – Antes das competições, quais são suas principais fontes para se motivar ou manter o equilíbrio antes de cada torneio? E o que você prefere para relaxar na véspera e momentos antes de um jogo? Livros, músicas ou filmes?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro – </strong>Faço um trabalho com psicólogo do esporte e conversar com ele antes das competições é muito importante. E para tirar um pouco da ansiedade eu assisto a série de TV Friends, que me ajuda a relaxar e não pensar tanto nos jogos nos momentos em que preciso descansar a cabeça.</p>



<p><strong>7. Rogério Nery de Siqueira Silva – Como foi a experiência de ter participado e completado uma das mais difíceis maratonas do mundo, na Patagônia? Quais são as lembranças mais marcantes que você tem dessa experiência e que lições que você tirou deste aprendizado? É verdade que você teve que encarar a ameaça de um puma?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro – </strong>A Ultra Fiord me ensinou uma lição que trago para o tênis e para as dificuldades da vida: nós somos capazes de fazer coisas que nem imaginamos, nosso limite sempre é maior do que acreditamos. Sem dúvida as lembranças mais marcantes foram os momentos mais tensos da madrugada. Muito frio, sem comida, era o percurso mais difícil com muita lama que todos se afundavam e tinha começado a chover um pouco. Foi desesperador cruzar aquela madrugada, não tínhamos mais a mínima noção do quanto faltava e que horas conseguiríamos chegar. Sobre os pumas: hoje é engraçado (risos). O organizador da prova nos falou “os pumas ficam acordados à noite; então, é mais perigoso. Andem sempre juntos, não fiquem sozinhos”. Lembro que o medo era tão grande que a gente mal conversava para ficar atento aos barulhos e um possível ataque. Em suma, fome, frio, chuva, muita lama, perdidos na imensidão e, por fim, o perigo de encontrar os pumas foi o que resumo do que passamos lá na Patagônia.</p>



<p><strong>8. Rogério Nery de Siqueira Silva – Na sua opinião, a adaptação dos espaços urbanos é suficiente para a acessibilidade? O que mudou na sua percepção depois de ter precisado tornar-se cadeirante? O que é preciso para avançar mais?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro –</strong> Sinceramente não tenho uma grande percepção detalhada deste assunto, já que ando com prótese e a cadeira só uso para jogar. Mas por conviver com diversas pessoas cadeirantes vejo a dificuldade da acessibilidade. E não é só no Brasil, isso ocorre no mundo todo. São tantos pequenos detalhes que fazem a diferença e que não percebemos, mas que ajudam muito. Pra deixar registrado, Uberlândia é uma cidade muito avançada neste quesito e sempre elogiada por vários jogadores que vem à cidade.</p>



<p><strong>9. Rogério Nery de Siqueira Silva – Que dicas você diria para quem está enfrentando desafios semelhantes aos que você passou e ainda passa? E para quem está começando no esporte paraolímpico?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro –</strong> Recentemente, estava conversando com uma pessoa que amputou a perna e estava um pouco deprimida. Mas eu sempre falo que é importante colocar em tudo em perspectiva. Ninguém quer amputar uma perna, mas todo mundo quer ficar vivo. Acho que pensar assim ajuda a não ficar pensando no que aconteceu e começar mais a agradecer por estar vivo. Para quem está começando no esporte paralímpico eu digo que o esporte paralímpico é maravilhoso, altamente competitivo e com inúmeras oportunidades. No entanto, como tudo na vida requer muita determinação para alcançar os resultados.  </p>



<p><strong>10. Rogério Nery de Siqueira Silva – Quais são seus sonhos e realizações a conquistar depois dos Jogos?</strong></p>



<p><strong>Gustavo Carneiro –</strong> Tenho três objetivos pela frente que foram traçados desde 2018: estar entre os dez melhores do mundo, conquistar uma medalha no próximo Pan em 2023 no Chile e ser medalhista em Paris em 2024. E fora o tênis eu amo correr, estou treinando com uma prótese de corrida e pretendo conseguir correr os 10km em breve.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Gustavo-Carneiro-dest-inter-02.jpeg" alt="" class="wp-image-1409" width="453" height="314"/><figcaption>Gustavo Carneiro: somos capazes de fazer coisas que nem imaginamos, nosso limite sempre é maior do que acreditamos. Foto: Divulgação</figcaption></figure></div>
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		<title>Gás natural abre novo caminho para Minas</title>
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				<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 12:11:19 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>A votação da chamada MP da capitalização da Eletrobras, a Medida Provisória 1031, aprovada em 21 de junho na Câmara do Deputados, depois de contribuições do Senado Federal, foi cercada de algumas polêmicas, mas um ponto é inescapável: a contratação das usinas termelétricas a gás natural é uma ação assertiva. Com a seca, a luz [&#8230;]</p>
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<p>A votação da chamada MP da capitalização da Eletrobras, a Medida Provisória 1031, aprovada em 21 de junho na Câmara do Deputados, depois de contribuições do Senado Federal, foi cercada de algumas polêmicas, mas um ponto é inescapável: a contratação das usinas termelétricas a gás natural é uma ação assertiva.</p>



<p>Com a seca, a luz vermelha acendeu. A crise hídrica é a mais grave em 91 anos, segundo registros oficiais feitos desde 1930. No início de junho, a Agência Nacional de Águas (ANA) declarou situação crítica de escassez hídrica em cinco estados, inclusive Minas Gerais.</p>



<p>Isso significa que no período úmido choveu muito menos do que a média, comprometendo o acúmulo de água nos reservatórios das hidrelétricas, especialmente as situadas no subsistema Sudeste e Centro-Oeste, onde está mais da metade do consumo nacional. Podemos chegar a outubro com reservatórios com apenas 10% de sua capacidade. Hoje, mais de 60% da geração elétrica provém de fontes hidráulicas. Ou seja, há um risco extremamente elevado para o atendimento da demanda de energia.</p>



<p>Depois de 20 anos, a ameaça de racionamento passou a ser uma peça no tabuleiro. Não por acaso, o Ministério de Minas e Energia vem procurando mitigar esse risco. Começou a preparar uma medida provisória que, no limite, permitirá a adoção de ações mais drásticas de controle de uso de energia a curto e médio prazos. </p>



<p>A longo prazo, o Congresso Nacional fez o seu papel, atendendo a uma recomendação do próprio Ministério de Minas e Energia. <br>
Considerando que o regime de chuvas, nos últimos dez anos, é pior que do decênio anterior, faz todo sentido que a MP da Eletrobras tenha sido usada para mitigar o risco de desabastecimento num futuro relativamente próximo.</p>



<p>Nesse sentido, a contratação de térmicas a gás natural é positiva porque sinaliza uma fonte de suprimento firme, reduzindo a dependência da matriz elétrica dos fatores climáticos (chuva, sol e vento). Um dos pontos positivos, para Minas Gerais, é a instalação de usinas de até 750 MW em 2030, em proposta originada no Senado Federal pelo presidente da casa, Rodrigo Pacheco. </p>



<p>O dispositivo abre caminho para a chegada do serviço de gás canalizado no Triângulo Mineiro, uma vez que as termelétricas servem como indutores para a construção de gasodutos. Esse horizonte, além de ampliar a segurança energética, serve como um sinal de atração de novas indústrias na região, que não contam com esse serviço.</p>



<p>A privatização é uma medida afirmativa do Congresso Nacional para pavimentar um futuro com mais investimentos em infraestrutura &#8212; uma das melhores maneiras de amparar a retomada de crescimento econômico com geração de empregos.</p>



<p>Publicado originalmente no jornal <a href="https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/gas-natural-abre-novo-caminho-para-minas-1.2505802" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">O Tempo</a> em 30/06/2021</p>
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		<title>TV de Uberlândia transmite aulas para rede municipal durante a pandemia</title>
		<link>https://rogerionery.com.br/tv-de-uberlandia-transmite-aulas-para-rede-municipal-durante-a-pandemia/</link>
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				<pubDate>Mon, 17 May 2021 21:16:39 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Segundo CEO da Rede Integração, Senado deve assumir protagonismo para retomada da economia Por Bússola Em Uberlândia, os alunos da rede pública municipal podem assistir aulas à distância pela televisão durante a pandemia. Em parceria com a prefeitura da cidade, a TV Integração, afiliada da TV Globo na cidade, lançou um canal de TV com [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Segundo CEO da Rede Integração, Senado deve assumir protagonismo para retomada da economia</em></p>



<p><strong>Por Bússola</strong></p>



<p>Em Uberlândia, os alunos da rede pública municipal podem assistir aulas à distância pela televisão durante a pandemia. Em parceria com a prefeitura da cidade, a TV Integração, afiliada da TV Globo na cidade, lançou um canal de TV com 13h de programação de videoaulas para os estudantes.</p>



<p>A Bússola conversou com o CEO do Grupo Integração, Rogério Nery de Siqueira Silva, também ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais (2014). Segundo ele, o Senado Federal tem a oportunidade de assumir a liderança de uma agenda positiva para criar medidas que ativem uma retomada da economia.</p>



<p>O grupo conta com outras cinco emissoras de TV que atingem mais de 6 milhões de pessoas em mais de 200 cidades, inclusive Uberlândia, Araxá e Juiz de Fora. Veja a íntegra da conversa. <strong>Bússola: Como surgiu esse projeto “Escola em Casa”?</strong></p>



<p><strong>Rogério Nery de Siqueira Silva:</strong> É uma iniciativa inédita em Minas Gerais. O projeto, estruturado com a Secretaria de Educação, consiste em um canal aberto de televisão criado especialmente para a educação municipal, com programação diária das 7h às 22h. Diariamente, são disponibilizadas nove videoaulas inéditas. À noite também há aulas para alfabetização de alunos. O sinal entrou no ar na segunda semana de maio.</p>



<p>Desenvolvemos o projeto depois de vencer uma concorrência pública da prefeitura, que buscava solução para cumprir o calendário letivo após uma liminar, ainda em fevereiro, que vedava as aulas presenciais, em função da pandemia.</p>



<p>Trata-se de uma iniciativa temporária, até porque o ideal é mesmo que a situação sanitária melhore, viabilizando as aulas presenciais. Mas essa experiência pode ser um estudo de caso interessante para o futuro, que prenuncia um modelo de educação híbrida. A TV poderá ajudar em um processo de universalização.</p>



<p><strong>Bússola: De que modo isso afetou o negócio da Rede Integração? Rogério Nery de Siqueira Silva:</strong> A pandemia chegou em março de 2020 como um tsunami. Houve pouquíssimo tempo para se preparar. Mesmo com a liderança de mercado, fomos afetados e sentimos impacto nas receitas nos meses iniciais. Mas demos todo o suporte ao time comercial, que buscou reinventar-se, criando novos produtos.</p>



<p>Com as necessárias medidas de distanciamento, a TV Globo paralisou muitas gravações e quebrou um tabu, com reprise de programação, o que antes só ocorria com o “Vale a Pena Ver de Novo”. As afiliadas tiveram uma ampliação de seu tempo de programação própria, com o desafio e a oportunidade de geração de mais conteúdo.</p>



<p>Inovamos ocupando a grade com conteúdo local, inclusive de entretenimento. Algo que é mais complexo no interior.</p>



<p>Isso nos permitiu manter o padrão de qualidade da programação e, principalmente do jornalismo, que em tempos de pandemia tem uma responsabilidade ainda maior. Investimos em muita prestação de serviço para combater fake news e proporcionar ao público informações claras e de fontes confiáveis.</p>



<p>Fortalecemos nossa relação com os anunciantes locais, oferecendo soluções de mídia sob medida. Conseguimos estabilizar, até mesmo porque em situações de crise os anunciantes precisam gerar demanda.</p>



<p>Mas é certo que a situação só irá melhorar de forma sustentável com medidas que estimulem uma retomada da economia.</p>



<p><strong>Bússola: Que medidas seriam essas?</strong></p>



<p><strong>Rogério Nery de Siqueira Silva:</strong> Todos adorariam ter a fórmula mágica. Na minha visão, ainda que o foco esteja em examinar a fundo todas as questões inerentes à gestão da pandemia, o Senado Federal tem a oportunidade de assumir a liderança de uma agenda positiva.</p>



<p>É possível fazer. Um exemplo é Minas Gerais. O Estado tem encontrado soluções interessantes para estimular o crescimento econômico, com medidas de atração de investimentos que levaram para o Estado empresas como Grupo Petrópolis, Amazon, Mercado Livre e Heineken.</p>



<p>O setor público já não tem mais capacidade de botar recursos. Sua prioridade de investimento deve estar na saúde pública. O melhor é chamar a iniciativa privada, que tem capacidade de execução e mais agilidade. O setor público pode ajudar com melhorias normativas que desburocratizem a atividade produtiva e uma regulação técnica.</p>



<p>É preciso senso de urgência. Temos sete anos seguidos de crescimento baixo ou de recessão. E de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de desempregados no Brasil já chega a 14,4 milhões. Sem contar os desalentados. Outro dado relevante: uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada em 2018, revelou que 23% dos jovens brasileiros entre 15 e 24 anos não trabalhavam e nem estudavam (os chamados nem-nem). É legítimo imaginar que a situação tenha piorado durante a pandemia. E isso é muito grave para a competitividade do país.</p>



<p>Há oportunidades imensas – Uberlândia, mesmo sendo uma das 30 maiores cidades do Brasil, não tem acesso, por exemplo, a utilities como o gás natural simplesmente porque não há gasodutos nessa região do interior. Assim como Brasília também não. É apenas um exemplo do que poderia ser feito com um plano mais estratégico para impulsionar o país.</p>



<p>*Publicado originalmente em 17/05/2021 na <a href="https://exame.com/bussola/tv-de-uberlandia-transmite-aulas-para-rede-municipal-durante-a-pandemia/">Bússola (Exame) | TV de Uberlândia transmite aulas para rede municipal durante a pandemia | Exame</a></p>
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		<title>Rogério Nery entrevista Anna Melo (atriz)</title>
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				<pubDate>Wed, 05 May 2021 22:17:32 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img src="https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Anna-melo-interna-682x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-1368" width="387" height="580" srcset="https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Anna-melo-interna-682x1024.jpeg 682w, https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Anna-melo-interna-200x300.jpeg 200w, https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Anna-melo-interna-768x1152.jpeg 768w, https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Anna-melo-interna-700x1050.jpeg 700w, https://rogerionery.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Anna-melo-interna.jpeg 853w" sizes="(max-width: 387px) 100vw, 387px" /><figcaption>Anna Melo: atriz nascida em Araxá está de olho em carreira internacional. Foto: Divulgação.</figcaption></figure></div>



<p></p>



<p>Sucesso de público e crítica, a série ‘Desalma’ (Globoplay) tem no elenco uma mineira de Araxá:<br> Anna Melo. </p>



<p>A atriz fez sua estreia no universo da televisão no papel da personagem Halyna, uma aprendiz<br> de bruxa em uma cidade fictícia chamada Brígida, um local cercado de mistérios. “Eu senti uma<br> conexão forte com a Halyna logo de cara. Falo sempre que ela é um presente único na minha<br> vida”, conta. </p>



<p>Atuando também com outros estreantes na trama, e ao lado de nomes como Claudia Abreu<br> e Cassia Kis, de quem é filha na série, Anna conta que a segunda temporada de ‘Desalma’, teve<br> os trabalhos paralisados temporariamente por causa da pandemia de covid-19. </p>



<p>“Nós íamos estrear ‘Desalma’ e gravar a segunda temporada em 2020. A pandemia atrasou a<br> estreia e adiou as gravações”, diz. Sobre o que o público pode esperar da continuidade da série,<br> ela faz mistério, algo típico da trama. “O público pode esperar uma agitação tomando conta de<br> Brígida, revelações e surpresas de arrepiar!”</p>



<p>A vontade de ser atriz veio na adolescência, após uma peça de teatro na escola. E foi nesse sonho<br> que Anna investiu, colhendo nos últimos meses os frutos do trabalho. </p>



<p>Apesar de ter se mudado de Araxá ainda criança, ela afirma que a vida na cidade a marcou de<br> forma definitiva. “Valorizo muito minha origem, minhas raízes e todo o respeito, o amor, a<br> coragem e a humildade que de lá aprendi. A vida no interior me trouxe a conexão com a natureza<br> também, e é para lá que vou quando preciso de um refúgio e um alívio.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Minas já deu muita gente talentosa para a cultura brasileira e é sempre uma alegria para<br> nós, do interior, ver que novos sonhos se renovam. A Anna tem potencial para chegar mais<br> longe”</p></blockquote>



<p>Afirma o CEO da Rede Integração, Rogério Nery.</p>



<p>A série, que tem uma parceria com a Sony Pictures e pode vir a ser distribuída fora do País,<br> abre a possibilidade de uma carreira internacional para Anna. “Cheguei a fazer um teste para<br> um projeto de Londres, que não deu certo por conta da pandemia”, revela a atriz agenciada por<br> Claudia Andrade, da 7MGT/Mega Group.</p>



<p>Por enquanto, a atriz está à disposição da Globo para finalizar ‘Desalma’, enquanto aguarda outros projetos. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large"><p>“Tem tantas coisas que quero realizar ainda… Atuar no cinema, em novela, voltar a fazer teatro, plantar uma árvore.”</p></blockquote>



<p><strong>1 &#8211; Rogério Nery de Siqueira Silva – Quando você descobriu que queria ser atriz? Foi uma decisão fácil ou chegou a haver um dilema?</strong></p>



<p><strong>Anna Melo &#8211;</strong> Eu decidi ser atriz aos 14 anos, durante a apresentação de uma peça de teatro da escola. Foi fácil, com uma sensação linda de pertencimento. Claro que tive desafios a enfrentar e escolhas a fazer com o tempo, mas a profissão de atriz sempre foi o meu propósito. </p>



<p><strong>2 – Rogério Nery de Siqueira Silva – Sua estreia aconteceu já em um papel de destaque na série ‘Desalma’, que é uma produção original da Globoplay. Como surgiu essa oportunidade, como foi o processo de seleção e que lembrança você tem do momento em que soube que seu nome havia sido o escolhido?</strong></p>



<p><strong>Anna Melo &#8211;</strong> Essa oportunidade surgiu a partir do momento em que minha agente enviou meu material para a produtora de elenco da série. Tivemos duas etapas de teste, um monólogo gravado na sede da Globo e um workshop de dois dias. Olha, lembro de receber a notícia e sentir que não cabia em mim de tanta felicidade. Como se tudo se alinhasse e fizesse sentido.</p>



<p><strong>3 – Rogério Nery de Siqueira Silva – Na série, você interpreta a personagem Halyna, aprendiz de bruxa que é eleita a garota mais bela de uma cidade cheia de mistérios. Como foi a preparação para essa personagem?  </strong></p>



<p><strong>Anna Melo &#8211;</strong> Eu senti uma conexão forte com a Halyna logo de cara. Falo sempre que ela é um presente único na minha vida. A preparação foi intensa, guiada por profissionais maravilhosos. A Halyna foi tomando forma naturalmente em mim, achando seus espaços e ampliando características que a fazem marcante. </p>



<p><strong>4 – Rogério Nery &#8211; A série conta com atrizes como Cassia Kis, Maria Ribeiro, Claudia Abreu. Como foi a experiência de gravar com atrizes já consagradas e também com outros novos talentos como a também mineira Camila Botelho?</strong> </p>



<p><strong>Anna Melo &#8211; </strong>Não cheguei a contracenar com todas, mas ter a oportunidade de ser filha da Cassia Kis na trama é uma experiência inesquecível! Cheia de generosidade, carinho e aprendizado. Sou muito grata pela troca que tive com ela e todos os parceiros de cena!</p>



<p><strong>5 – Rogério Nery de Siqueira Silva – As gravações da primeira temporada aconteceram antes da pandemia, em um mundo muito diferente do que vivemos agora. A pandemia de algum modo brecou alguns dos seus planos? Quais?  </strong></p>



<p><strong>Anna Melo &#8211; </strong>Nós íamos estrear &#8216;Desalma&#8217; e gravar a segunda temporada em 2020. A pandemia atrasou a estreia e adiou as gravações, que começaram no início deste ano. Com todo cuidado e apoio da equipe, seguimos todos os protocolos de segurança da covid-19. Quando a pandemia se agravou mais ainda, foi necessário interromper as gravações por um período até que fosse possível retornar, pensando no bem de todos. Agora já estamos de volta!</p>



<p><strong>6 – Rogério Nery de Siqueira Silva – O que o público pode esperar da segunda temporada? Você poderia dar alguma pista? Em que etapa está o projeto? Comparando à primeira temporada, quais as diferenças de trabalhar nessas circunstâncias de pandemia? E de que modo isso te impacta?</strong></p>



<p><strong>Anna Melo &#8211; </strong>Eu já estou ansiosa para ver a segunda temporada pronta! O público pode esperar uma agitação tomando conta de Brígida, revelações e surpresas de arrepiar! Já gravamos uma parte dela. Diferentemente da primeira temporada, alguns ajustes foram feitos por conta da pandemia. O maior impacto que senti foi a falta de contato com os meus colegas de trabalho, pois não podemos ter a mesma convivência que antes. </p>



<p><strong>7 – Rogério Nery de Siqueira Silva – ‘Desalma’ é uma série com muitos elogios de público e crítica. Com a parceria da Globo com a Sony Pictures Television, a série pode ser distribuída fora do País. Você pensa em uma carreira internacional?</strong></p>



<p><strong>Anna Melo &#8211;</strong> Sim, inclusive cheguei a fazer um teste para um projeto de Londres, que não deu certo por conta da pandemia. Foi meu primeiro teste internacional e isso me abriu possibilidades. A partir de agora, a minha agente vai administrar meu contrato vigente com o que possa surgir.</p>



<p><strong>8 – Rogério Nery de Siqueira Silva – Além da série, tem outros projetos para 2021? E tem algo que você ainda não fez e que quer muito realizar?</strong></p>



<p><strong>Anna Melo &#8211; </strong>Em 2021, ainda tenho ‘Desalma’ e eu continuo à disposição da Globo. Quanto a outros projetos, vamos falar disso depois de ‘Desalma’? (Risos). Tem tantas coisas que quero realizar ainda… Atuar no cinema, em novela, voltar a fazer teatro, plantar uma árvore…</p>



<p><strong>9 – Rogério Nery de Siqueira Silva – Você nasceu em Araxá, mas por conta da carreira de modelo e atriz estava vivendo em São Paulo. Do que você sente mais falta de Araxá? Que aprendizados da tua vida no interior você leva com você?</strong></p>



<p><strong>Anna Melo</strong> &#8211; Eu me mudei de Araxá aos 10 anos por conta do trabalho da minha mãe, que me apoiou e encorajou a ir pra São Paulo e começar a me profissionalizar como atriz aos 18. Trabalhei como modelo só depois. O que eu mais sinto falta de Araxá é a minha família. Valorizo muito minha origem, minhas raízes e todo o respeito, o amor, a coragem e a humildade que de lá aprendi. A vida no interior me trouxe a conexão com a natureza também, e é para lá que vou quando preciso de um refúgio e um alívio.</p>



<p><strong>10 – Rogério Nery de Siqueira Silva – A pandemia mudou a rotina de todos nós, com as medidas restritivas que mudaram a rotina de artistas acostumados aos inúmeros eventos. De que modo o distanciamento social afeta o seu desenvolvimento como atriz? E o que você fez, ao longo de 2020, e vem fazendo para aproveitar o tempo em casa, estudar e se desenvolver? O que você aprendeu?</strong></p>



<p><strong>Anna Melo &#8211; </strong>Eu continuei buscando formas de me desenvolver artisticamente. Fiz alguns cursos mesmo online, procurei assistir e maratonar tudo o que estava na minha lista, ler os livros que não tinha conseguido ler ainda. A pandemia me ensinou a dar mais valor aos momentos simples da vida e à liberdade que tínhamos antes, mas que com certeza teremos de novo!</p>
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